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Notícia - Ovos de granja e caipiras: há diferença? Ovos de granja e caipiras: há diferença?

O ovo é um ingrediente que sempre esteve muito presente no cardápio brasileiro, sendo preparado de diversas formas: frito, cozido, em omeletes, etc. Reconhecido como alimento de alto valor nutricional, ele é fonte de proteínas completas, como a albumina (presente na clara) e as globulinas (presentes na gema), além de vitaminas e minerais.

"Trata-se de nutrientes importantes para todas as fases da vida, mas principalmente para as de crescimento e desenvolvimento intenso, como na gestação, infância e adolescência", explica a nutricionista Ana Maria Bartels.

Os ovos também são alimentos ricos em gorduras, presentes exclusivamente na gema, entre elas o colesterol, que lhe imputou, nas últimas décadas, o estigma de um alimento que deveria ser evitado e, em alguns casos, "banido" de uma alimentação saudável. No entanto, estudos atuais têm demonstrado não haver relação entre o consumo regular de ovos e o aumento de doenças cardiovasculares.

"Pelo contrário, estudos sobre as propriedades nutricionais dos ovos têm valorizado o seu status como alimento funcional, ou seja, com propriedades nutracêuticas, conferidas por componentes que fornecem benefícios à saúde, seja como prevenção ou no tratamento de doenças", ressalta Ana Maria.

Assim sendo, nos ovos destaca-se a presença de ácidos graxos poli-insaturados, como o linoleico (ômega 6), monoinsaturados, como o linolênico, o DHA e o EPA (ômega 3), além da colina, um componente essencial para o metabolismo das vitaminas do complexo B e de carotenoides como a luteína e a zeaxantina.

Ovo de granja x ovo caipira

Uma questão que muitas pessoas fazem é em relação às diferenças nutricionais entre os ovos provenientes de galinhas caipiras ou de granjas. Basicamente, o que se observa é que não há diferença relevante na composição nutricional entre os dois tipos de ovos, a não ser na concentração do betacaroteno, que no ovo caipira é cinco vezes maior devido à diferença no sistema de alimentação das poedeiras.

"O betacaroteno é um carotenoide que tem função precursora da vitamina A (pode ser convertido à forma ativa da vitamina A no nosso organismo). Esta vitamina é essencial para a manutenção da integridade celular e do sistema imune, além da preservação da saúde dos olhos. No entanto, a quantidade de betacaroteno presente nos ovos não os torna uma fonte excepcional deste nutriente, comparada a fontes de betacaroteno mais expressivas, como, por exemplo, os vegetais amarelo-alaranjados e verde-escuros", destaca a nutricionista.

A principal e grande diferença entre os ovos de granja e os caipiras é o sistema de produção, mais especificamente do manejo das aves poedeiras. Nas granjas, é utilizado um sistema de produção intensivo, em que as aves ficam confinadas e comem sem parar, sem poder se mexer nas gaiolas e recebendo luz artificial. Nesse sistema, as aves têm os seus bicos cortados para evitar desperdício de alimento, aumentando a produtividade e também o nível de estresse.

Por outro lado, os ovos caipiras são provenientes de galinhas fora das gaiolas e que possuem uma alimentação bem mais variada. Além disso, essas aves não recebem substâncias para crescimento, como hormônios e antibióticos, que garantem um crescimento mais rápido e uma eficiência digestiva maior às galinhas de granja.

Dicas de armazenamento dos ovos

É muito comum ouvirmos falar em casos de intoxicação pela bactéria salmonella, especialmente em alimentos de origem animal, como os ovos. No entanto, em relação aos ovos de granja, dificilmente isso ocorre quando o alimento é proveniente de estabelecimentos que prezam por um controle higiênico e qualidade do produto.

Para diminuir os riscos de doenças provenientes do consumo de ovos, a nutricionista passa algumas recomendações e orientações úteis para o consumidor.

1- Ao comprar, procure selecionar um produto que tenha a casca íntegra, sem rachaduras, e que esteja com aparência de limpo, sem fezes e outras sujeiras aderidas à casca. Verifique se eles estão expostos à venda em ambiente pelo menos climatizado e confira sempre a data de validade do produto.

2- Em casa, mantenha os ovos em temperatura de refrigeração, na geladeira, em vasilhas tampadas para evitar o contato direto com outros alimentos. Evite acondicioná-los nas portas da geladeira, onde o impacto pode ser maior e mais frequente e propiciar rachaduras.

3- Não lave os ovos para guardá-los. Lave-os apenas antes da utilização para preservar a película protetora existente na casca, que impede a entrada de microrganismos para o seu interior.

4- Evite consumir ovos crus ou mal cozidos. A temperatura de cozimento é o meio mais seguro de eliminar possíveis contaminações. Se for utilizá-los crus ou pouco cozidos, em preparações como glacês, ovos nevados, gemadas, maioneses, por exemplo, redobre os cuidados com a higienização antes de abri-los. Além de lavar cuidadosamente, mergulhe-os em solução de hipoclorito (1 colher de água sanitária para 1 litro de água) por cerca de 15 minutos.

Fonte: Idmed

 
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